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Estátua de Zeus em Olímpia

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Zeus, o rei dos deuses gregos, era representado em formato monumental no Templo de Olímpia, na Grécia. Olímpia era um lugar sagrado e também a sede dos jogos olímpicos. O templo simbolizava o fascínio grego com a idéia de proporção: tinha 64 metros de altura e 72 colunas dóricas. O pedimento e as métopas (decorações em forma de folha por sob o teto) eram esculpidos, e imponentes portas de bronze se abriam para revelar a maravilha que o templo abrigava.

Relatos escritos descrevem o tremor e o espanto dos visitantes diante das dimensões da estátua de Zeus. O artista grego Fídias ficou encarregado de produzir a imagem. Seu trabalho foi iniciado em 450 a.C. e concluído oito anos mais tarde, e resultou em uma obra-prima lendária de marfim e ouro. Marfim era uma escolha incomum como material de escultura, mas talvez tenha representado a escolha natural para uma efígie do rei dos deuses, dada sua raridade [fonte: Times (em inglês)]. Fídias esculpiu Zeus sentado em um trono recoberto de jóias, com as costas bem retas. A estátua tinha 12 metros de altura e observadores dizem que, caso Zeus se levantasse de seu trono, sua cabeça provavelmente ultrapassaria o teto do templo.
O fato mais notável em relação à estátua talvez fosse a expressão de Zeus. Seus olhos pareciam penetrar até mesmo nas mais endurecidas das almas, suscitando piedade [fonte: Smithsonian (em inglês)]. A estátua tinha um objeto em cada mão: na direita, uma estátua de Nike, a deusa da vitória, e na direita um cetro adornado por uma águia. O trono de Zeus continha imagens em relevo sobre a mitologia dos deuses, semideuses e outros heróis.

A lenda diz que, ao concluir a escultura, Fídias pediu a benção de Zeus. Em resposta, um relâmpago atingiu o templo.

Cavalheiro do Bravo Metal

Fídias era bem conhecido no mundo antigo. Além da estátua de Zeus, também esculpiu a estátua de Atena que existia no Parthenon, em Atenas. Ele foi um grande inovador artístico. Ao esculpir Zeus, estava realmente abandonando os modelos da era clássica, na qual a maioria das esculturas eram feitas de mármore. Fídias ganhou reputação por perfeição também no mundo matemático. A proporção áurea (ou número de ouro), também conhecida como número Fi (Φ), vem de seu nome [fonte: Times].
Existe alguma controvérsia sobre a datação da estátua em posição dominante no templo. Algumas fontes afirmam que ela foi colocada lá em 450 a.C., outras em 430 a.C. Dada a ameaça cada vez maior do cristianismo aos deuses antigos, alguns gregos pagaram para ter a estátua que amavam removida e protegida em Constantinopla, a moderna Istambul. Os cristãos fecharam o templo em 391 d.C., e a estátua ficou preservada em segurança até o ano de 462 ou 475 d.C., quando foi queimada em um incêndio.

Sabemos um pouco sobre a estátua. Da mesma maneira que a moeda dos Estados Unidos retrata monumentos e rostos importantes, antigas moedas gregas traziam a imagem da conhecida estátua de Zeus. As moedas nos oferecem detalhes sobre a aparência da estátua e, com isso, podemos avaliar a imensa atração que ela exercia sobre os turistas levando em conta a distância a que foram localizadas as moedas de Olímpia.

Em 1950, surgiu uma importante descoberta arqueológica quando o Dr. Emil Kunze e sua equipe localizaram os restos da oficina de escultura de Fídias, perto das ruínas do templo. Usando indícios obtidos de moldes de terracota e ferro, Kunze conseguiu reconstruir a aparência da estátua e o método pelo qual pode ter sido construída. A teoria de Kunze é de que a estátua foi construída de placas finas de ouro estendidas em torno de um modelo de madeira. 

fonte:Zeus http://pessoas.hsw.uol.com.br/sete-maravilhas-do-mundo-antigo4.htm

Quem construiu o Egito?

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Pessoas de carne e osso construíram  a civilização egípcia. As pirâmides de Gize, uma das sete maravilhas do mundo antigo, foram o resultado do trabalho forçado de camponeses sob as ordens dos auxiliares dos faraós.

Para construir Queóps, utilizaram-se dois milhões e trezentos mil blocos de pedra. Como faziam para carregar estas pedras, que pesavam toneladas?

As pirâmides podem ser consideradas a maior proeza arquitetônica realizada pelo homem. Os milhões de blocos de pedra que compõem a pirâmide de Queóps foram cortados com tal precisão que se encaixam uns nos outros sem o uso de argamassa, deixando nas juntas um espaço correspondente a um milésimo de polegada. Centenas de obras foram escritas, com evidente desperdício de papel, para explicar, de modo fantástico, como foi possível ao homem, em tempos tão remotos, realizar obras tão grandes. Também foi sempre motivo de discussão quem teria trabalhado em tão grande empreendimento. Atualmente, acredita-se que os faraós não utilizaram escravos, mas pessoas livres para executar aqueles trabalhos. O período das enchentes deixava em disponibilidade um grande número de camponeses, que, eram aproveitados nos trabalhos públicos.

(FERREIRA, Olavo Leonel. Egito: terra dos faraós. p.55-6. Adaptado.)

As pirâmides eram os túmulos dos faraós. A construção desses túmulos exigia muito tempo, gastos elevados e o esforço organizado de milhares de trabalhadores. Por isso tudo as pirâmides mostram o imenso poder do faraó naquela sociedade.

As pirâmides do Egito, sempre foram alvo de espanto e admiração, são conhecidas em torno de oitenta pirâmides, sendo que as maiores e mais bem conservadas estão localizadas na planície de Gize, a quinze quilômetros do Cairo. É impressionante o tamanho dessas construções e é por esse motivo que surgiram muitas teorias sobre sua construção, envolvendo até mesmo poderes mágicos, alienígenas e outras teorias sobre entidades misteriosas.

Por trás de tantas teorias e especulações, há a teoria de que as grandes pirâmides são obras tão avançadas que nem mesmo a engenharia moderna seria capaz de reproduzi-las. Outra idéia é a de que as dimensões das pirâmides esconderiam inúmeros conhecimentos que não estariam ao alcance das civilizações da época.

Os egípcios acreditavam na vida pós morte, para eles a vida no plano espiritual era uma continuação da vida na terra, com as mesmas necessidades materiais. Por esse motivo as tumbas eram recheadas de artigos decorativos, jóias, ferramentas, comida e outros objetos que para eles poderiam ser úteis após sua morte.

Somente os faraós e os sacerdotes utilizavam os métodos de mumificação por serem caras, o povo era sepultado em túmulos simples. Os egípcios acreditavam em muitos deuses. Segundo suas crenças, o morto encontraria na vida eterna as melhores coisas que tivera em vida terrena. Mas para isso era preciso que seu corpo fosse conservado. Foi assim que inventaram a mumificação.

Seus corpos eram sepultados em pirâmides, que não eram apenas monumentos funerários, eram também um símbolo do poder daqueles que as mandava construir.

A mais famosa das pirâmides e também a maior é a de Queóps.

Pirâmide de Queóps vista de cima

Queóps, um faraó do antigo império egípcio que reinou por volta de 2551 a.C e 2528 a.C., foi responsável pela construção da    Grande Pirâmide ou a pirâmide de Queóps, considerado  o monumento mais alto e mais pesado já construído pelo homem. Foram utilizados aproximadamente dois milhões e trezentos mil blocos de pedra, cada um pesando em média 2,5 toneladas e  sua altura de 146 metros.

Os trabalhadores que construíam as pirâmides eram sacrificados depois de sua construção, isso era feito para que não se revelasse os segredos contidos na pirâmide e nem mesmo as armadilhas construídas em seu interior, visando proteger os tesouros de saqueadores.

A pirâmide de Quéfren, com 143 metros de altura é a segunda maior, foi construída estrategicamente em terreno mais alto, para  que quem olhasse tivesse a impressão de ser esta a maior das pirâmides, conserva ainda o seu cume recoberto com mármore branco que por  refletir a luz do sol os antigos diziam que era recoberta de ouro.

   Foi construída pelo faraó Quéfren, filho de Queóps, e o responsável pela construção da Esfinge.

Esfinge a guardiã das pirâmides de Gize, ao fundo Pirâmide de Quéfren

A Pirâmide de Miquerinos é a menor em tamanho e a terceira entre as mais famosas, foi construída pelo faraó Miquerinos ou(Men-Kaw-Rá), subiu ao trono depois da morte Quéfren, e reinou cerca de 21 anos. Com cerca de 66 metro de altura, Miquerinos ficou inacabada devido a morte repentina do faraó.

Os Jardins da Babilônia

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Os Jardins suspensos da Babilônia eram considerados uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. A palavra suspensos pode dar a impressão de que eles estavam pendurados por cabos ou cordas. Na verdade eles eram superpostos, ou seja, estavam uns sobre os outros. Por isso, seu nome correto é Jardins Superpostos da Babilônia. A confusão entre as duas palavras se deve provavelmente a uma tradução incorreta da palavra grega kremastos, que significa tanto suspensos, como superpostos.

De acordo com a tradição, eles foram construídos durante o reinado de Nabucodonosor (605 a.C – 562 a.C). Com eles, o rei pretendia alegrar a rainha Amyitis, sua mulher, que sentia saudade das montanhas verdes de Medes, sua terra natal.

No século I a.C o grego Strabo escreveu que eles foram construídos sobre pilares em forma de cubo. Esses pilares eram ocos e preenchidos com terra, para que ali fossem plantadas as árvores mais altas. Os pilares e terraços eram feitos de tijolos cozidos e asfalto. Segundo Diodoro de Sicília, que viveu também no século I a.C, os jardins da Babilônia tinham aproximadamente 25 metros de altura. Outros relatos, porém falam em 100 metros de altura. A água que regava as plantas era levada do rio Eufrates por meio de máquinas movidas por escravos.

jardins-babilonia(1)Jardins Suspensos da Babilônia

As Sete maravilhas do Mundo Antigo

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A lista feita na antiguidade inclui:

  • As pirâmides do Egito 
  • Os jardins suspensos da Babilônia
  • A estátua de Zeus em Olímpia
  • O templo de Artemis em Éfeso
  • O mausoléu de Halicarnasso
  • O Colosso de Rodes
  • O Farol de Alexandria

Somente as Pirâmides do Egito ainda existem.

 

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