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Gandhi e a Marcha do Sal

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Em 1930, o líder Mahatma Gandhi iniciou uma campanha de desobediência civil com um gesto que ganhou repercussão em todo mundo.

À frente de um grupo de oitenta pessoas, no dia 12 de março de 1930 Gandhi saiu de Ahmadabad, onde morava, e caminhou 400 quilômetros até Dandi, na costa oeste do país, onde chegou no dia 6 de abril. Dirigindo-se ao mar, recolheu o sal que secara na areia. Fazer isso era proibido, pois havia uma lei que dava à Inglaterra o monopólio sobre a extração e o comércio de sal.

Gandhi e a Marcha do Sal Mahatma Gandhi, e seus partidários coletam sal natural e Dandi

 

O governo britânico tentou ignorar o ato, mas não conseguiu conter a onda de protestos que se seguiu ao gesto de Gandhi: piquetes, passeatas, assaltos às salinas. Cerca de 60 mil pessoas foram presas, entre elas o próprio Gandhi. Momentaneamente derrotado, o movimento de desobediência civil e não-violência  logo ressurgia sob a liderança de Gandhi, levando a Índia à independência em 1947.

Gislane e Reinaldo. História. ensino médio. volume único

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Religiões da Índia

Religiões da Índia

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Inúmeras religiões se desenvolveram na península da Índia, algumas delas praticadas até hoje por milhões de pessoas. O vedismo, o bramanismo e o budismo são algumas dessas religiões.

O vedismo e o bramanismo são orientados  pelos Vedas, conjunto de escrituras sagradas composto de quatro livros que reúnem orações, hinos, poemas., preceitos litúrgicos e narrativas. O budismo possui origem distinta, isto é, não está relacionado ao vedismo nem ao bramanismo.

  • Vedismo – Antiga religião dos Hindus, contava com diversos deuses ligados aos elementos da natureza, como Agni (deus do fogo) e Indra (deus das tempestades).
  • Bramanismo – Os brâmanes (ou sacerdotes) ganharam destaque dentro do vedismo e modificaram as práticas religiosas. O bramanismo, como então ficou conhecido, passou a ter como preceitos fundamentais o respeito à ordem cósmica, a obediência ao destino e o dever de pureza, base do sistema de castas. O pensamento religioso do bramanismo, tem como princípio o Braman (que significa o absoluto, a totalidade, o supremo), do qual tudo deriva.  Os diversos deuses são personificados de seus aspectos: os principais são Brahma (criador), Vishnu (conservador/preservador) e Shiva (destruidor), que formam a última trindade. O bramanismo prega ainda que a alma está sujeita a uma sucessão de vidas e renascimentos (reencarnação), que só se esgota ao atingir o grau supremo de pureza (libertação). A partir do século III de nossa era, o bramanismo passou a ser conhecido como hinduísmo.
  • Budismo – Religião fundada por Sidarta Gautama, o Buda, no século V a.C. Buda nasceu na região do Himalaia em 480 a.C. e morreu aos 80 anos. Segundo a tradição, seus ensinamentos foram transmitidos oralmente aos seguidores e apenas séculos depois ganharam uma versão escrita. De acordo com esses ensinamentos, nada seria permanente ou indestrutível, sobretudo a realidade, sempre mutável. Os budistas acreditavam que o universo não possuía uma ordem pré-definida, como pregavam os hinduístas. Por isso, negavam o sistema de castas. A doutrina fundamental do budismo compreende as chamadas quatro nobres verdades: a vida é dor; a causa da dor é o desejo; o fim do desejo é obtido pela prática das regras morais e da disciplina ascética. Enquanto o indivíduo não se liberta do desejo, está submetido ao ciclo do renascimento.

Nelson Piletti, Claudino Piletti, Thiago Tremonte. História e Vida Integrada.

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A Organização Social da Índia

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De acordo com o vedismo, cada pessoa nasce com funções e papéis pré-definidos na sociedade. Estes eram determinados por ordem divina e não podiam ser alterados.

Tal crença influenciava toda sociedade hindu, que se encontrava rigidamente dividida em grupos hierarquizados, denominados castas. Não existia qualquer possibilidade de uma pessoa mudar de uma casta para outra.

Desde o seu nascimento, a pessoa tinha determinado onde poderia morar, quem poderia desposar (casar), que atividades exerceria e até mesmo o modo de se vestir e o que comer.

A esperança dos hindus era a reencarnação, o contínuo renascer da alma para alcançar estágios mais puros. Isso significava que, em uma vida futura, qualquer indivíduo poderia nascer em uma casta mais elevada.

A organização social da Índia compreendia inúmeras castas. No topo da hierarquia, destacavam-se:

  • Brâmanes – Sacerdotes que tinham acesso aos textos sagrados e eram responsáveis por sua aplicação.
  • Guerreiros - Defendiam o território e ocupavam cargos políticos.
  • Mercadores – Eram aqueles que se dedicavam ao comércio

Brâmane Anjum, ÍndiaBrâmane Anjum

Havia ainda os párias ou intocáveis. Considerados impuros, pertenciam a uma casta social inferior. De modo geral, realizavam atividades em que lidavam com animais mortos ou dejetos humanos. Eram sapateiros, curtidores, coveiros, limpadores de fossa.

Nelson Piletti. Claudino Piletti. Thiago Tremonte. História e Vida Integrada. ensino fundamental

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A arte da Índia Antiga

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Nas obras de arte criadas na Antiguidade Indiana é comum a representação de deuses e mortais realizando diversas ações.

 

Templo de Khajuraho, um dos mias belos templos indianos

 

Pintura no estilo Rajasthan

Duas tradições antigas são representadas pelas artes gandhara e mathura, porém esta fase da arte indiana chegou ao apogeu um pouco mais tarde, na era Gupta que atingiu sua melhor expressão no século V  d.C.. A pintura (especialmente em Ajanta) e a escultura alcançaram novos patamares, estabelecendo-se também a grande era da construção de templos. Estes, aliás, continuaram a representar o principal foco do desenvolvimento artístico da Índia e no seu esplendor e beleza de decoração podem em muitos casos ser comparados às grandes catedrais românicas e góticas européias: os templos de Elephanta, Ellora e Khajuraho estão entre os mais notáveis.

 

Taj Mahal

O Taj Mahal é o monumento mais conhecido da Índia, construído na cidade de Agra faz parte do patrimônio histórico da humanidade, em 2007 foi anunciado como uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo Moderno, construído todo em mármore branco pelo Imperador Shah Jahan em homenagem à sua esposa favorita que morreu após dar a luz ao seu décimo quarto filho. O monumento foi construído sobre seu túmulo junto ao rio Yamuna. Considerado um monumento ao amor contendo inscrições retiradas do Corão, encrustado com pedras semi preciosas e sua cúpula é costurada por fios de ouro, o Taj Mahal é considerado a mais bela construção na Índia.

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Os Três deuses mais poderosos do hinduísmo

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São três os deuses mais importantes do Hinduísmo, Shiva, Brahma e Vishnu eles formam a trindade da religião. a chamada Trimurti,

Brahma é o primeiro deus da trimurti, mas não recebe tanta importância quanto Shiva e Vishnu.

Brahma 

Considerado pelos Hindus a força criadora ativa do Universo.

Brahma o deus Criador do Universo no começo de cada ciclo de tempo.

O deus Vishnu

deus Vishnu, o preservador do Universo

Shiva

Destrói o Universo no começo de cada ciclo de tempo, porém não é apenas destruidor, é também preservador. É a divindade na qual todos os opostos se encontram e se reconciliam.

Shiva um dos mais poderosos deuses do hinduismo

Da invasão Persa ao império Gupta

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Em 521 a.C, forças do imperador Dario, da Persia, situada na região do atual Irã, invadiram e conquistaram todo o território do rio Indo. Dois séculos depois, entre 333 a.C e 326 a.C., o imperador Alexandre, da Macedônia, venceu os persas e anexou a região do Indo a seu Império. A reação dos antigos habitantes do vale do Indo ocorreu em 321 a.C., quando um guerreiro de nome Chandragupta Mauria unificou seu povo, expulsou os macedônios e fundou o Império mauria, cujo território ocupava quase toda a Índia atual. O período Gupta se destacou pela arte e literatura das ciências, matemática, esse período também é conhecido popularmente como "idade do ouro". O império mauria entrou em declínio após a morte do imperador Asoka, neto de Chandragupta, em 232 a.C. A partir de então, seu território se fragmentou em diversos reinos. Somente em 320 d.C, a região dos rios Indo e Ganges seria reunificada, agora sob o Império gupta.

A sociedade de castas

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Presente na cultura indiana há milhares de anos, o sistema de castas segue uma regra básica: todos são criados desiguais. A existência de castas na sociedade hindu originou-se de uma lenda na qual os quatro principais grupos, ou varnas, surgiram de um deus. De sua boca, vieram os brâmanes – sacerdotes e mestres. De seus braços, os xátrias – governantes e soldados. De suas coxas, os vaixás – mercadores e negociantes – e, de seus pés, os sudras – trabalhadores braçais. Cada varna, por sua vez, é formado por centenas de castas que passam de pai para filho.

Um quinto grupo consiste nas pessoas que são achuta, ou dalit, ou intocáveis. Não vieram desse deus. Eles são os excluídos. Pessoas consideradas impuras demais. Sofrem todo tipo de preconceito, principalmente nas áreas rurais, onde vive a maioria da população indiana. Os intocáveis são evitados, insultados, proibidos de frequentar templos e casas de castas superiores, obrigados a comer e beber em pratos e copos separados em lugares públicos e em casos extremos, são estuprados, queimados, linchados e baleados.

O estadista indiano Ghandi deu um nome a esse grupo de pessoas, Harijan “povo de deus”, esse grupo soma 160 milhões de pessoas. Apesar de a Constituição da Índia proibir a discriminação de castas e não reconhecer a condição de intocável, o hinduísmo, religião da maioria da população indiana governa a vida diária com seus rígidos códigos sociais.  Um pai ou uma mãe intocável geram filhos intocáveis marcados como impuros desde o momento em que começam a respirar.

Antes da constituição de 1950 eles eram obrigados a usar sinos para alertar sobre sua aproximação e carregavam baldes para não contaminar o chão ao cuspir. Se a sombra deles tocasse alguém de uma casta superior eles eram espancados.

Os intocáveis executam o “trabalho sujo” da sociedade – atividade que exige contato físico com sangue e excrementos humanos. Os intocáveis cremam os mortos, limpam latrinas, cortam cordões umbilicais, removem animais mortos da rua, curtem couro, varrem sarjetas. Esses trabalhos e a condição de intocável são transmitidos aos descendentes. Mesmo os numerosos intocáveis que exercem serviços “limpos”, principalmente trabalhos agrícolas mal remunerados em terras de grandes proprietários, são considerados impuros.

Sidarta Gautama - Buda

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Sentado na base do Templo Kotoku, o Grande Buda 
tem aproximadamente 12 metros de altura e 9 metros
de um joelho a outro 


Os contos de Jatakas relatam histórias sobre as centenas de vidas passadas de Sidart Gautama
o Buda. Denominado um bodhisattva, passou muito tempo praticanto a perfeição que o levou a
Iluminação. Reza a lenda que,  depois de completa-las saiu do paraíso de Tushita e renasceu como um príncipe no norte da Índia por volta de 560 a.C.
Filho do rei do povo Sakhya, habitava na região da fronteira entre a Índia e o Nepal. A vida de Sidarta Gautama era cercada de conforto. Casou-se, teve seu filho e vivia protegido do contato externo. Uma tarde fugindo do palácio viu 3 coisas que iriam mudar sua vida totalmente; viu um ancão que não conseguia andar sem o apoio de seu bastão, um homem que agonizava com dores terríveis e um cadáver envolto em linho branco. Essas três visões o puseram em contato com "as três marcas da impermanência" (velhice, doença e morte) e o deixaram muito abalado.
Voltando ao palácio ele teve uma quarta visão, um Shadu eremita errante (religioso que vive na solidão) que o impressionou por suas feições que irradiavam profunda dignidade e paz.
Depois dessas visões Sidarta Gautama decidiu renunciar à sua vida de conforto e comodidade e se dedicar à sua busca pela verdade.
Durante sete anos estudou com os filósofos da região, mas continuava insatisfeito. Em uma de suas viagens chegou a Bodh Gaya e permaneceu alí por 49 dias sentado à sombra de uma figueira em profunda meditação, transcendendo todos os estágios até chegar ao Nirvana.
Desde então foi chamado de Buda (o Iluminado). Segundo a tradição quandfo estava meditando recebeu uma iluminação divina  e descobriu que o caminho para chegar a verdade é o da meditação, da moderação e da não violência.
Seus ensinamentos, criados à partir dessa experiência são conhecidos como o "Caminho do Meio" ou "Dharma" (a lei). 
Desde que atingiu o Nirvana aos 35 anos até sua morte aos 8o anos, Buda viajou por toda Índia ensinando e fundando comunidades monásticas (monges).
Buda ensinou o Dharma a todos . Costumava recomendar a seus discípulos que ensinassem em suas próprias línguas. Foi assim que sua doutrina ficou conhecida em vários países.


inerente = superioridade.

O Sânscrito (Escrita)

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Verso em sâncrito do Rig-Veda com uma transcrição para uma escrita fonética e a tradução para o português

Hoje se conhece a Índia Antiga, graças ao Sânscrito. São muitos os textos registrados nessa língua, as obras em sânscrito são editadas e traduzidas em muitos países, há também muitos manuscritos ainda desconhecidos do público em geral, pois são obras arquivadas em bibliotecas apenas catalogadas ou mantidos por famílias que os transmitem geração após geração.
Foram compostas obras muito importantes nessa língua, na Índia o sânscrito possibilita a comreensão dos princípiosda origem. Trata-se de uma língua que serviu de ajuste para a divulgação de conhecimentos dos mais diversos tipos.
Considera-se o sânscrito como uma língua pertencente à família das línguas indo-europeus. A maioria dos idiomas europeus incluindo o português, o espanhol, o francês e o italiano pertencem a essas famílias que são de origem romana e estas originadas do latin vulgar.

A chegada dos Árias

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Uma das primeiras sociedades a se formar no vale do rio Indo, no atual Paquistão, surgiu por volta de 3000 a.C. Foi organizada por um povo conhecido como dravidiano, responsável pela construção de importantes cidades, como Mohenjo-Daro e Harapa. Por volta de 1500 a.C., o vale do Indo foi invadido por povos nômades indo-europeus vindos da região do atual Irã.
Os árias venceram os dravidianos, conquistaram seu território e assimilaram boa parte de sua cultura. Talvez por influência do povo conquistado, deixaram de ser nômades e passaram a viver de forma sedentária. 
Esse momento da história da Índia é narrado num conjunto de textos em forma de hinos conhecidos como Veda. Um desses textos conhecidos como  Rig-Veda, conta as lutas dos árias contra os dravidianos no vale do rio Indo, descrevendo as sociedades existentes nessa época.
Os árias assim como os dravidianos, acreditavam em muitos deuses e deusas. Ao conquistar o vale do Indo, suas crenças religiosas foram se misturando com as da sociedade dravidiana. Dessa mistura surgiu o Hinduísmo, religião politeísta (religião que adora vários deuses) segundo a qual a sociedade está dividida naturalmente em castas (ver box de informações). No século VI a.C.,dois guias espirituais rejeitaram essa divisão da sociedade em castas e criaram novas correntes de pensamento.
Um deles foi Sidarta Gautama, conhecido como Buda. Sidarta criou o budismo, sistema religioso que prega a não-violência, a meditação, a  moderação e a prática de virtudes como a bondade, a moralidade e a  paciência. Da Índia, o budismo se expandiu e hoje reúne muitos adeptos em todo mundo.
O outro foi Mahavira (540 a.C - 468 a.C). Também chamado de Jina Mahavira era contrário a violência, mas não reconhecia nenhuma divindade. Por isso, seu sistema filosófico, o jainismo, não pode ser considerado uma religião.

Os Vedas

Todos nós conhecemos ou já ouvimos falar da Biblia. A biblia é o livro sagrado dos cristãos. Uma parte dela chamada de Velho Testamento, foi escrita há mais de 3 mil anos.
Os árias também tinham o seu livro sagrado. Eram os Vedas, conjunto de hinos e preceitos religiosos (regras),  escritos entre os séculos XV a. C e V a.C em sânscrito, lingua falada pelos árias.

Índia Antiga

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  • 5000 a.C  Grupos humanos começam a cultivar produtos agrícolas no vale do rio Indo.
  • 3000 a.C  Tem início a formação da sociedade dravidiana ao longo do rio Indo.
  • 1800 a.C  A civilização dravidiana entra em declínio.
  • 1500 a.C  Grupos de Indo-europeus (os árias) migram da região do Irã atual para o vale do rio Indo e depois para o vale do rio Ganges.
  •  560  a.C  Nasce Sidarta Gautama, chamado Buda "O Iluminado", que funda uma nova religião: o budismo.
  •  521 a.C   Tropas do Imperador persa Dario conquistam a região do rio Indo.
  •  326 a.C   O imperador macedônio Alexandre anexa o vale do Indo a seu império.
  •  321  a.C   O guerreiro indiano Chandragupta Mauria derrota os macedônios e funda o Império mauria.
  • 231  a.C   tem início o declínio do Império mauria.
  • 184  a.C   Começa um processo de fragmentação do Império mauria em pequenos reinos.
  • 320  a.C   Surge na mesma região o império gupta.

 

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