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As reformas na União Soviética

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Em 1985, o líder Mikail Gorbachev assumiu o cargo de secretário-geral do Partido Comunista, ou seja, atingia o poder máximo na União Soviética .

Gorbachev fazia parte de uma nova geração de líderes comunistas que defendiam uma profunda reforma política e econômica para tirar a União Soviética da estagnação. Glasnot (transparência) e perestroika (reconstrução) foram os dois princípios básicos da reforma proposta pelo novo líder.

Com a assinatura do acordo com os Estados Unidos, em dezembro de 1987, para a destruição dos mísseis atômicos e o conseqüente fim da corrida armamentista, a União Soviética poderia se dedicar à solução de seus problemas internos.

Em 1989, foram eleitos deputados não-comunistas para o Congresso Soviético. Era o início das mudanças que poriam fim ao Estado socialista. Já se falava em combinar economia de mercado, pluralismo político e liberdade de opinião com socialismo, tarefa que se mostrou muito difícil para o líder soviético.

Mikail  Gorbachev

O fim da Europa socialista

Os países da Europa socialista, submetidos à influência soviética desde o fim da Segunda Guerra, viviam uma crise estrutural nos campos social, econômico e político. A abertura promovida por Gorbachev impulsionou-os rumo às transformações.

Na Polônia, em fevereiro de 1989, o líder do clandestino sindicato independente Solidariedade, Lech Walesa, foi incluído numa reunião do Partido Comunista para discutir o futuro do país. No dia 7 de agosto, depois de longas negociações um novo governo, liderado por Walesa, foi instalado. Os comunistas perderam a direção do Estado e foram tomadas as primeiras medidas para implantar a democracia política e a economia de mercado, uma sociedade capitalista.

Em maio do mesmo ano, a Hungria removeu as cercas eletrificadas na fronteira com a Áustria. O ato teve grande repercussão na opinião pública e foi muito bem explorado pela mídia dos países ocidentais. Os descontentes podiam deixar o país através da fronteira aberta. Pouco depois, o Partido Comunista mudava seu nome para Partido Socialista e renunciava aos princípios  leninistas.

Na Tchecoslováquia, mais de 3.000 mil manifestantes tomaram as ruas de Praga para lembrar a invasão do país pelas forças do Pacto de Varsóvia, lideradas pela União Soviética. A Tchecoslováquia teve seu primeiro presidente eleito em fins de 1989 e, pouco depois, as duas maiores etnias resolveram criar dois países independentes: a República Tcheca e a República Eslovaca.

Na Bulgária, ainda em 1989, entre novembro e dezembro, com uma facilidade que ninguém ousaria prever, o Partido Comunista deixou o poder, que detinha desde a Segunda Guerra.

Transição mais violenta se deu na Romênia. O velho ditador Ceausescu tentou reprimir as manifestações de protesto. Foi deposto e executado, juntamente com sua mulher, Elena, pelo Comitê de Salvação Nacional.

A Albânia era certamente o país socialista europeu mais isolado, sendo também um dos mais pobres. Com o fim do socialismo a miséria se tornou mais evidente e visível. Além do desemprego, da pobreza, da falta de investimentos, o país ainda recebeu os milhares de refugiados da região sérvia do Kosovo, de etnia albanesa. Muitos albaneses procuram fugir dessa realidade indo para a Grécia e a Itália.

PEDRO, Antônio. História da civilização ocidental. ensino médio. volume único.

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1 Comentário:

O Outro Olhar. disse...

Oi, passei para conhecer seu Blog. Bacana gostei!
Ah! visita meu Blog tá?
Leto

 

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